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Jantar Preto amplia atuação e lança comunidade de conteúdo com curadoria de artistas e criadores de conteúdo

há 1 dia
2 min de leitura

Após se consolidar como uma experiência que conecta e celebra talentos pretos em espaços de protagonismo, iniciativa presidida por Bárbara Brito anuncia a maior transformação de sua trajetória desde a criação em 2023



A partir de setembro, o Jantar Preto, plataforma de conexão entre talentos negros e marcas de luxo, amplia sua atuação para além das edições presenciais e passa a manter uma frente de conteúdo ativa ao longo do ano em seu perfil oficial. Presidida por Bárbara Brito desde 2024, a iniciativa reúne uma comunidade formada por artistas, criadores de conteúdo, personalidades e líderes de opinião que já passaram pela mesa do Jantar Preto e agora também participam da produção editorial da plataforma.



Segundo Bárbara Brito, presidente do Jantar Preto, a criação da comunidade de conteúdo amplia o propósito da iniciativa e fortalece sua atuação no enfrentamento da escassez e na construção de caminhos de prosperidade para a população negra. “Trabalhamos para oferecer referências reais de negócios, carreira, dinheiro e empoderamento corporativo. Nossa perspectiva parte de um lugar em que somos protagonistas de nossas próprias histórias”, afirma a executiva


A nova frente passa a coexistir com o calendário de jantares, que segue acontecendo em diferentes estados do país. Com a combinação entre encontros presenciais e uma programação digital regular, o Jantar Preto amplia os momentos de contato com seu público e leva para o ambiente online parte das conexões e discussões que já fazem parte de sua trajetória.


Criado por Levi Novaes e Kevin David em 2023, com presidência de Bárbara Brito desde 2024, o Jantar Preto nasceu com a missão de subverter as expectativas do mercado premium brasileiro, levando corpos e vozes negras ao centro de ambientes historicamente excludentes. Desde a estreia, o projeto já ocupou endereços como o Copacabana Palace, o Fasano, a Casa Higienópolis e o Parque São Jorge, em uma trajetória que passou por São Paulo, Salvador, Brasília e Rio de Janeiro.

 
 
 

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