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  • Foto do escritorDaniela Murta

Revolucionando a beleza: saiba como os bioestimuladores de colágeno vem transformando o processo de envelhecimento

Já conhecidas entre a população, essas substâncias são capazes de promover efeitos regenerativos e naturais à pele 



O colágeno é um elemento essencial da nossa pele, ele é a proteína responsável por promover ao rosto e corpo aquela aparência jovem, saudável e firme. Considerada a proteína mais abundante em nossos organismos, com o envelhecimento é natural começarmos a notar a perda do colágeno – refletindo em uma pele menos elástica, mais fina e com maior flacidez. 

 

A cada ano que passa, novas tecnologias e tratamentos são desenvolvidos no universo dermatológico para tratar e amenizar os efeitos do envelhecimento. As abordagens são inúmeras, mas entre os produtos que vêm se destacando, os biosestimuladores de colágeno têm feito grande sucesso entre as pessoas – justamente por promoverem efeitos naturais e duradouros. 

 

Pensando em entender melhor como funciona esse procedimento e quais são os benefícios dele para a saúde da nossa pele, convidamos o dermatologista Dr. Alessandro Alarcão para esclarecer algumas dúvidas. Confira abaixo: 

 

Como funcionam os bioestimuladores de colágeno para melhorar a aparência da pele? Quais são seus benefícios? 

Os bioestimuladores são substâncias, como a hidroxiapatita de cálcio, que são injetadas para estimular o organismo a produzir mais colágeno, incluindo os tipos um e dois. Esse aumento na produção de colágeno ajuda a reestruturar a pele, combatendo a flacidez causada pelo envelhecimento e pela perda de elastina e colágeno. Ao fortalecer a camada dérmica que sustenta a epiderme, a pele fica mais firme, sem parecer artificial após o procedimento. Esses produtos são ferramentas poderosas no combate ao envelhecimento e na manutenção da juventude da pele, preservando sempre sua naturalidade. 

 

Além da produção de colágeno, os bioestimuladores têm algum impacto na elasticidade da pele ou na regeneração de tecidos? 

Sim, de fato, os bioestimuladores têm um papel importante, pois na matriz da camada dérmica encontramos colágeno tipo 1 e tipo 2, além de elastina. Os bioestimuladores, indiretamente, aumentam essa trama de colágeno tipo 1, 2 e 3, juntamente com a elastina, resultando em melhorias significativas na elasticidade da pele e na regeneração dos tecidos. Esses benefícios são especialmente notáveis no tratamento de estrias, que são causadas pelo estiramento da pele e resultam na quebra das fibras de colágeno e elastina. Com o uso dos bioestimuladores e tecnologias adequadas, é possível reestruturar efetivamente essa camada dérmica, melhorando consideravelmente o aspecto das estrias. 

 

Quais áreas do corpo podem ser tratadas com bioestimuladores de colágeno? 

As áreas do corpo que podem ser tratadas com bioestimuladores de colágeno são diversas. Além da face, que é uma entre as principais indicações, podemos aplicá-los em praticamente todas as partes do corpo. São muito utilizados na região dos braços, para combater a flacidez conhecida como "tchauzinho", no umbigo triste, na flacidez abdominal, na parte interna das coxas e especialmente nos glúteos, onde promovem uma reestruturação que deixa essa região mais firme, tonificada e, em alguns casos, até com um aumento de volume, dependendo da concentração e da técnica de aplicação dos bioestimuladores, como é o caso da hidroxiapatita de cálcio, presente do STIIM, da ILIKIA. 

 

Além disso, podemos utilizar esses tratamentos em outras áreas, como nos joelhos para melhorar a flacidez. As possibilidades são praticamente ilimitadas; portanto, além do rosto, todo o corpo pode se beneficiar com esse tratamento. É importante lembrar que o processo de envelhecimento é contínuo e que também é possível realizar rejuvenescimento íntimo em mulheres, especialmente para tratar a flacidez dos grandes e pequenos lábios e da região do púbis. Com o uso adequado de bioestimuladores, como o STIIM, é possível melhorar significativamente o aspecto e a saúde da genitália feminina externa. 

 

Existem diferenças significativas entre os diversos tipos de bioestimuladores de colágeno disponíveis no mercado em termos de eficácia e segurança? Como o STIIM se diferencia dos demais? 

Sim, existem diferenças significativas entre diversos tipos de bioestimuladores. No mercado, encontramos o ácido polilático e a hidroxiapatita de cálcio de primeira geração, mas o STIIM representa uma hidroxiapatita de cálcio de última geração. Graças a sua tecnologia exclusiva (Lattice Pore), ele proporciona uma degradação gradual e uma liberação mais precoce do bioestimulador, o que resulta em observar os primeiros resultados a partir de 15 dias. Além disso, por conta de sua liberação mais lenta, o STIIM oferece resultados mais duradouros, tornando-o a opção de melhor custo-benefício devido à sua tecnologia avançada. 

 

Os bioestimuladores de colágeno podem ser combinados com outros procedimentos estéticos para melhorar os resultados? Se sim, quais são as combinações mais comuns? 

Os bioestimuladores de colágeno podem e devem ser combinados com outros procedimentos estéticos para otimizar os resultados. Desde a reestruturação da face associando o bioestimulador com o ácido hialurônico, que utilizamos a linha UP, também da ILIKIA, até a associação com tecnologias como o ultrassom microfocado e os lasers fracionados. Com essa junção de procedimentos é possível impactar significativamente os resultados e a durabilidade do tratamento. A combinação do ultrassom microfocado com os lasers fracionados, tanto ablativos quanto não ablativos, junto com o bioestimulador de colágeno, pode ser feita no mesmo dia, proporcionando resultados mais eficazes e duradouros para os pacientes. Essa abordagem integrada é essencial para alcançar os melhores resultados estéticos. 

 

A partir de qual idade é recomendado fazer este procedimento? 

Não há uma idade específica para o uso de bioestimuladores. Eles podem ser iniciados desde a adolescência, especialmente no caso de estrias, por exemplo. Não há uma idade limite, no entanto, é importante lembrar que quanto mais velho o paciente, menor a resposta aos bioestimuladores. Por exemplo, um paciente de sessenta, setenta ou oitenta anos responderá mais lentamente na produção de colágeno do que alguém com vinte ou trinta anos. 

 

Quais fatores ocasionam a perda de colágeno e como amenizar essa perda? 

Além da idade, existem outros fatores que influenciam na formação de colágeno, como a alimentação, o estilo de vida do paciente e a suplementação de proteína. É fundamental lembrar que o colágeno é uma proteína, portanto, é necessário, eventualmente, associar a estimulação de colágeno com a suplementação de peptídeos, como o verisol, que também auxilia na produção de colágeno. Afinal, não adianta estimular o colágeno se não houver os nutrientes necessários para a produção dele. 

Esse processo é um ciclo contínuo que mantém os resultados em relação à estimulação do colágeno. Se você mudar seu estilo de vida, consumir bastante água, praticar atividade física regularmente e ter uma ingestão adequada de proteína, os cuidados e tecnologias associadas aos bioestimuladores resultarão em uma aparência cada vez mais natural. Você conseguirá gerenciar o processo de envelhecimento de forma eficaz. Como costumamos dizer, a elegância está em uma paciente que está bem sem que ninguém perceba o que ela fez. Esse é o objetivo da naturalização, tanto facial quanto corporal. 

 

Com que frequência os tratamentos com bioestimuladores de colágeno geralmente são necessários para manter os resultados? 

Na face, os bioestimuladores geralmente são injetados em uma ou duas sessões anuais, junto com tecnologias como ultrassom microfocado e lasers fracionados. No caso do corpo, a frequência de aplicação varia conforme o resultado desejado. Por exemplo, para tratar a flacidez dos glúteos, alcançar o resultado desejado pode requerer mais sessões. Após isso, são realizadas manutenções anuais. Portanto, a frequência de aplicação no corpo depende dos objetivos específicos de cada pessoa. 

 

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