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  • Foto do escritorJoão Amaral

Titãs lançam primeira faixa do projeto Titãs Microfonado, "Marvin", ao lado de Vitor Kley

Titãs gravaram o programa Titãs Microfonado, dirigido por Rick Bonadio no Estúdio Midas, em uma releitura intimista de alguns de seus sucessos, além de canções do recente álbum Olho Furta-cor, com a presença dos convidados Ney Matogrosso, Preta Gil, Lenine, Vitor Kley, Major RD, Bruna Magalhães e Cys Mendes.



A segunda música gravada nessa noite primorosa e, agora, a primeira a ser disponibilizada em Dolby Atmos pelo selo Midas, é “Marvin”, faixa originalmente gravada em 1984, pelo grupo, que agora volta com uma nova roupagem, audiovisual e a participação ilustre de Vitor Kley.


“Foi demais! Vitor é um grande artista, compositor, cantor e instrumentista cheio de qualidades. Com certeza acrescentou muito a essa nova versão de Marvin”, comenta Sérgio Britto.

“Conheci o Victor Kley nos ensaios para a gravação do Titãs Microfonado. Além de talentoso e competente, tem um altíssimo astral”, fala Branco Mello.


“Vitor Kley é um grande talento, além de ser o cara mais simpático do universo. Trabalhar com ele foi muito emocionante e divertido”, completa Tony Belloto.


No começo dos anos 80 Sérgio Britto e Nando Reis costumavam fazer versões em português para grandes sucessos originalmente compostos em inglês. “Marvin” foi, com certeza, a mais bem sucedida dessas experiências. “Patches” foi originalmente gravada em 1970 pela banda Chairmen Of The Board, e ganhou o Grammy no ano seguinte com a releitura de Clarence Carter. A versão em português acabou entrando no primeiro disco dos Titãs, em 84, e preserva, fora as rimas e a prosódia, a história do menino pobre que tem que lutar desde cedo para sobreviver e sustentar a família.



“Trabalhava feito um burro nos campos/ Só via carne se roubasse um frango/ Meu pai cuidava de toda a família/ Sem perceber segui a mesma trilha/ E toda noite minha mãe orava/ Deus! Era em nome da fome que eu roubava”


Apesar da letra, que carrega uma história densa e de tanta dificuldade, os vocais de Sérgio Britto e Vitor Kley, com o instrumental de Tony Belloto, Branco Mello, Mário Fabre e Beto Lee, deixam “Marvin” com uma sonoridade leve e suingada.


“Titãs é parte do meu DNA. Me sinto inserido na vida de Titãs, Titãs na minha vida desde que eu nasci. Sobre ‘Marvin’, eu já ouvi a música várias vezes, mas comecei a me aprofundar quando veio a convocação. E todas as vezes que eu cantei me emocionei. Algumas partes da letra me dá um embrulho no estômago, mas ao mesmo tempo é uma realidade da parte rural mais sofrida”, finaliza Vitor Kley.

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